Empresa responsável pelo sistema de águas do Alentejo vai instalar 15 unidades fotovoltaicas para autoconsumo, com o objetivo de reduzir custos, emissões e dependência da rede elétrica.
A AgdA – Águas Públicas do Alentejo lançou um procedimento de conceção-construção para a instalação de 15 unidades de produção de energia elétrica de fonte fotovoltaica destinadas ao autoconsumo, num investimento de cerca de 1,76 milhões de euros.
O projeto insere-se na estratégia de eficiência energética e descarbonização da empresa e visa reforçar a utilização de energias renováveis nas infraestruturas de abastecimento de água e saneamento de águas residuais geridas pela entidade.
Segundo a AgdA, a produção de energia solar permitirá reduzir progressivamente a dependência da rede elétrica convencional, diminuir os custos operacionais e reduzir o impacto ambiental da atividade. A empresa estima que cerca de 80% da energia produzida anualmente pelas novas unidades possa ser consumida diretamente nas suas instalações.
A aposta na produção de energia limpa integra o Plano de Eficiência Energética e o Plano de Descarbonização da empresa, documentos que definem a expansão das fontes renováveis como um dos principais instrumentos para a redução das emissões de gases com efeito de estufa.
Entre as infraestruturas que já beneficiam desta estratégia encontra-se a Estação de Tratamento de Água (ETA) da Magra, localizada na freguesia da Salvada, no concelho de Beja, onde se encontra em funcionamento uma unidade de produção de energia fotovoltaica para autoconsumo.
Com este novo investimento, a AgdA reforça a meta de alcançar a autossuficiência energética até 2030, assegurando que toda a energia consumida nas suas operações seja proveniente de fontes renováveis.
Foto | AgdA
